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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Fraude no 'Minha Casa Minha Vida' é alvo de operação da PF no Pará

Foto:Arquivo
A Polícia Federal investiga a existência de fraude no cadastro do programa "Minha Casa Minha Vida", em Redenção, no sudeste do Pará. A operação "Telhado de Vidro" cumpriu um mandado de prisão preventiva, um mandado de busca e apreensão e cinco mandados de condução coercitiva durante a última quinta-feira (18) Segundo a apuração da PF, suspeitos intermediavam, de forma indevida, o cadastramento de candidatos aos benefícios do programa do Governo Federal mediante o pagamento do valor de R$200, com a promessa de que a casa estaria garantida. Os policiais investigam ainda a informação de que, supostamente, os suspeitos alegariam conhecer pessoas ligadas à Prefeitura de Redenção, que facilitariam o direcionamento dos nomes que receberiam os benefícios do programa. 

Fonte;G1 Pa

Deputados do Nordeste são liberados para festas juninas

Foto:Arquivo
Os deputados da região Nordeste foram liberados pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, das próximas votações para participar das festas juninas da próxima semana. O anúncio foi feito na sessão desta quinta-feira, 18. Cunha vai abonar as faltas de 151 parlamentares dos nove estados da região até às 19h do próximo dia 24. Na prática, isto significa que as eventuais ausências destes deputados serão automaticamente justificadas e eles não terão desconto nos seus respectivos salários, o que está previsto para as faltas sem justificativas. As votações no plenário, no entanto, vão ocorrer normalmente, segundo o presidente da Câmara, que afirmou ainda que a decisão de liberar os deputados nordestinos para as festas juninas faz parte de um acordo fechado pelos líderes partidários. O benefício, no entanto, causou polêmica. De acordo com o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), o acordo dos líderes passa por cima do regimento interno e trata de forma distinta os parlamentares das demais regiões. 





Presidentes da Odebrecht e Andrade Gutierrez são presos na Lava Jato

 
Foto:Júlio Bittercourt/Veja
A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira a 14ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Erga Omnes (do latim, Contra Todos), e mira agora as construtoras Norberto Odebrecht e Andrade Gutierrez. Cerca de 220 agentes cumprem doze mandados de prisão e 38 de busca e apreensão em quatro estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul). Alvos de mandados de prisão preventiva, o diretor-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, já foram presos. Também foram expedidos mandados de prisão preventiva contra o diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, Alexandrino Alencar, apontado por delatores do petrolão como operador de propina na empreiteira, o diretor Rogério Araújo, da Odebrecht Plantas Industriais e Participações, e o executivo Márcio Faria, citado por delatores como o contato da construtora no Clube do Bilhão. Entre 2008 e 2012, Alencar encontrou-se diversas vezes com Rafael Angulo Lopez, auxiliar do doleiro Alberto Youssef que, além de distribuir a propina do petrolão para políticos, também fazia depósitos em contas no exterior para beneficiários do esquema criminoso. O executivo chegou a viajar com o ex-presidente Lula para o exterior em uma "missão oficial" do petista para Guiné Equatorial. Já Araújo foi apontado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa como a pessoa que sugeriu a ele que abrisse uma conta no exterior para receber propina da empresa. Em nota, a construtora classificou os mandados como "desnecessários", uma vez que afirma que os executivos já colaboravam com as investigações. Há mandados de prisão também contra o executivo Elton Negrão, citado como representante da Andrade Gutierrez no Clube do Bilhão, e Paulo Dalmaso, ex-presidente da área de Engenharia da construtora e citado por Paulo Roberto Costa como responsável pelo pagamento de propina na empresa. A empresa afirma, em nota, que não tem qualquer relação com os fatos investigados na Lava Jato. 

Fonte:Veja



Economia brasileira encolheu 0,84% no mês de abril

Foto:Arquivo
A economia brasileira dá sinais de que a recessão econômica é maior do que a esperada pelos especialistas. A queda da atividade em abril foi de nada menos que 0,84%, nos cálculos do Banco Central, divulgados nesta quinta-feira. É mais que o dobro da expectativa dos economistas do mercado financeiro, que era de uma retração de 0,4% do IBC-Br, o índice de crescimento do país criado pela autoridade monetária. Desde outubro do ano passado, a economia encolhe, com exceção de fevereiro quando a atividade cresceu. Os dados publicados pelo BC revelam ainda que a queda da economia em março foi maior que a divulgada no mês passado. A autoridade monetária revisou a conta de uma retração de 1,07% para 1,51%. Com isso, a economia brasileira encolheu 0,9% no primeiro trimestre em vez de um recuo de 0,81%, divulgada no mês passado. Esse dado deve influenciar as novas previsões dos especialistas para este ano. Isso porque o “PIB do BC” serve como um indicador antecedente do comportamento da economia. É o que os economistas chamam de proxy, uma aproximação. Ele é bem mais simples e calculado de forma mais rápida que o dado oficial do IBGE.  

Fonte:ORMNews

Lava Jato cumpre 59 mandados em quatro estados

Foto:Arquivo
A Polícia Federal (PF) cumpre desde a madrugada desta sexta-feira (19) a 14ª fase da Operação Lava Jato. Serão cumpridos 59 mandados judiciais em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Esta fase da operação tem como alvo as empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez, segundo a PF. Até as 9h, onze dos 12 mandados de prisão tinham sido cumpridos. Apenas uma pessoa não tinha sido encontrada até as 9h05. Entre os detidos estão os executivos Márcio Faria e Rogério Araújo, da Odebrecht, além de Marcelo Odebrecht, presidente da empresa, que foi preso em casa, em São Paulo. Otávio Marques Azevedo, presidente da Andrade Gutierrez, também está preso. A Odebrecht foi citada em 15 de setembro do ano passado durante um depoimento de Paulo Roberto Costa, que cumpre prisão domiciliar no Rio de Janeiro. À época, ele detalhou à Polícia Federal supostas irregularidades cometidas pela empresa em contratos com a Petrobras. Do total de mandados, oito são de prisão preventiva, quatro de prisão temporária, 38 de busca e apreensão e nove de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento. A Lava Jato foi deflagrada em março de 2014 e investiga um esquema bilionário de lavagem de dinheiro. 

Fonte:ORMNews



quinta-feira, 18 de junho de 2015

Após serem alvo de manifestação, senadores decidem deixar Venezuela

Foto:Divulgação Twitter
Diante da dificuldade de sair do Aeroporto de Caracas, na Venezuela, para visitar presos políticos, a comissão de senadores que viajou ao país nesta quinta-feira (18) decidiu retornar ao Brasil sem cumprir a agenda planejada. De acordo com a assessoria de imprensa do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que é um dos integrantes do grupo, os senadores tentaram ir a uma penitenciária, mas o trânsito estava muito ruim devido às vias que estavam bloqueadas. O retorno ao Brasil será nesta quinta-feira, mas o horário ainda não foi definido. Senadores brasileiros em visita à Venezuela foram cercados por manifestantes em Caracas nesta quinta. O grupo de oito senadores foi à Venezuela para pressionar o governo do presidente Nicolás Maduro a libertar presos políticos e marcar eleições parlamentares. Viajaram à Venezuela o presidente da Comissão de Relações Internacionais, Aloysio Nunes (PSDB-SP), além dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Cassio Cunha Lima (PSDB-PB), José Agripino (DEM-RN), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), José Medeiros (PPS-MT) e Sérgio Petecão (PSD-AC), segundo informações da assessoria do PSDB. O grupo ainda não decidiu se retornará em outra oportunidade à Venezuela. Segundo informações da assessoria do PSDB, os senadores optaram por aguardar a posição formal do governo brasileiro para tomar a decisão. 







Ministério Público requer solução para a área quilombola do Abacatal

Foto:Divulgação Mpe
O Ministério Público do Estado do Pará (MPE) acompanha os impactos ambientais causados por empreendimentos imobiliários no entorno da área quilombola do Abacatal, em Ananindeua, região metropolitana de Belém. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (18). Segundo a população, o Igarapé Aracanga estaria apresentando assoreamento e odor incompatível com a qualidade apresentada anteriormente, no curso d’água. As empresas empreendedoras, deverão apresentar laudos e os projetos de esgotamento sanitário. A ação dos empreendedores imobiliários envolve a edificação de aproximadamente duas mil unidades habitacionais, sob o financiamento da Caixa Econômica Federal, mediante o programa federal “Minha Casa, Minha Vida”. A questão diz respeito ao lançamento de efluentes de esgoto tratado e canalização de águas pluviais pelos referidos empreendimentos, inclusive em relação ao lançamento no corpo receptor denominado Igarapé Aracanga, que pelas informações de moradores estaria apresentando assoreamento e odor incompatível com a qualidade anteriormente apresentado no curso d’água. A Promotoria de Justiça requereu a realização de pericia técnica através do Instituto de Perícias Cientificas do Estado, além de ter solicitado o acompanhamento da Câmara Técnica vinculada aos Centros de Apoio Operacional do Ministério Público. Determinou ainda a realização de exames laboratoriais visando aferir a qualidade da água, compromissando para tanto a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e as próprias empresas empreendedoras, que deverão apresentar os laudos e os projetos de esgotamento sanitário perante o Ministério Público de Ananindeua. 

Fonte:G1 Pa